opiniões sobre tudo e sobre nada...

Domingo, 8 de Julho de 2012
Greenpeace

Num mundo empresarial voltado exclusivamente para o lucro, não deverá ser difícil perceber a importância da existência de organizações como a Greenpeace, só para falar da mais conhecida e a mais respeitada. Através dela, sabemos o que se vai passando, a nível mundial, no que respeita ao interesse da natureza. Como trabalhamos todos os dias, não nos damos conta dos atentados perpetrados contra a natureza que podem pôr em perigo a existência de espécies vegetais, animais e até a nossa. Assim, é bom que haja uma organização vigilante capaz de nos dar conta do que se vai passando por esse mundo fora. E como sabemos que a ganância é o sentimento por trás de cada humana decisão empresarial, mais se torna urgente a vigilância dos actos de certas multinacionais (e não só) devido ao poder económico destas. E este justifica-os a todos. Se juntarmos a este problema a conivência entre este e a política, mais preocupados deveremos ficar. Sim, porque os atentados não são só contra a natureza, mas também contra nós - humanos. E sabemos que muitos massacres humanos se devem a estes abusos económicos. E há-os um pouco por todo o mundo. Mal será quando não temos notícias dos mesmos. Nestes casos, nada se pode fazer para salvar a vida dos inocentes. Porque são quase sempre estes, os atingidos. E já nem falo naqueles seres humanos que vivem em situações degradadas, social e ambientalmente falando. Estas organizações, neste caso a Greenpeace, têm um papel fundamental no controlo e prevenção destes abusos. E todos já vimos imagens da luta destes activistas em prol da defesa da natureza e, indirectamente, dos seres humanos. Isto faz-nos pensar de uma forma de os poder ajudar financeiramente, pois realizam, indiscutivelmente, um trabalho fantástico. No meu caso, e no de muitas pessoas, está o problema do cartão de crédito que não tenho nem uso. (Já tive e foi usado incorrectamente por um companheiro meu abusador. Nunca mais! Eu que nunca o usara!) E todos sabemos os custos que a sua utilização acarreta para os utilizadores. Enquanto não encontrarem uma outra maneira de ultrapassar este problema, terão de esperar que pessoas como eu possam contribuir. Já os alertei para isso. Agora é esperar a alternativa que poderá ser uma solução satisfatória para todos! A criação de uma conta “bancária” acessível aos depósitos dos contribuintes de todo o mundo seria o desejável… não? Entretanto, aqui fica a ideia…



publicado por fatimanascimento às 20:54
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Quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
A perigosa procura do vedetismo...

Toda a gente sabe que o vedetismo é efémero, mas não é por isso que as pessoas deixam de o procurar. É como se vivessem para esse momento. Como se não houvesse mais nada importante na vida. Só que, e como tudo, este desejo de vedetismo pode ser usado para o bem como para o mal. Há pessoas que tentam atingir esse objectivo com trabalho e algum talento. Contudo, outras há que o procuram com uma espécie de desespero tudo valendo para atingir o ambicionado fim – quantas vezes não vemos pessoas a acenar por trás dos repórteres! Este é um caso sem consequências. Depois, há outras que utilizam os meios de comunicação, também eles ávidos de sensacionalismo, (não todos, só alguns!) e notícias capazes de preencher as páginas ou alguns minutos de televisão. Há problemas que, antes mesmo de serem comunicados às entidades competentes, para possíveis e necessárias averiguações, são denunciados na televisão ou nos jornais. Embora aquela seja a preferida. Nestes casos, penso sempre no sentimento por trás de tal denúncia/atitude. Não estou a referir-me ao jornalismo de investigação por quem nutro um grande respeito, desde que seja realizado de forma séria. E não tenho razões para pensar o contrário. Este é mesmo necessário sendo só temido por pessoas que têm algo a esconder. O que não se compreende é como é que chegam primeiro aos meios de comunicação do que às autoridades competentes. Às vezes, há casos graves que, por falta de ouvidos, são expostos perante a opinião pública, porém outros há que não são mais do que má vontade contra a pessoa perseguida, e, perante o amorfismo dos companheiros, tudo manobram para conseguirem o desejado protagonismo. Não excluo os possíveis casos graves que devem ser denunciados. Só que devem fazê-lo às autoridades capazes de abrir um inquérito para averiguar a verdade dos factos. Numa classe como é a dos professores, não há ninguém que consiga destacar-se. É um trabalho de equipa e, para todos que vivem em função do vedetismo, saem forçosamente frustrados. E há muitos! Costumo defender que os doentes de vedetismo devem procurar um outro emprego capaz de lhes dar o realce pretendido. Então, por que escolheram o ensino? Não vamos pensar que todos os professores são assim! Não é verdade. Há os que têm um verdadeiro espírito de equipa e uma noção de solidariedade para com os colegas que é louvável, nos dias que correm e depois do que ficou atrás dito. São estes os professores não só do ano mas de todos os anos. Aqueles que ajudam a criar o bom ambiente capaz de transformar o trabalho em prazer. O primeiro levou-me à demissão forçada (desencadearam a caça à minha pessoa porque meteram na cabeça que eu era melhor do que eles!), o outro deu-me grandes alegrias e realizações profissionais. Já passei por ambos. De qual gostei mais? Adivinhem…



publicado por fatimanascimento às 09:59
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Sábado, 16 de Maio de 2009
O fim de mais uma era…

Já se vem falando desde há algum tempo. Primeiro, não passavam de previsões nas quais não se perdia muito tempo a pensar. Depois, passaram a avisos sérios vindos de cientistas profundamente preocupados com a situação do planeta, mais concretamente a poluição, e com o desaparecimento de algumas espécies animais e vegetais. Agora, fala-se de uma intervenção urgente junto de algumas zonas já muito afectadas pela acção humana, para evitar o desaparecimento de algumas espécies únicas em todo o mundo. Ao longo da história do nosso planeta vimo-nos confrontados com desaparecimentos e estou a lembrar-me de um, em particular, talvez por ser o mais conhecido – o dos dinossauros. Mas esta foi, segundo se pensa, um desaparecimento que se deveu a um acontecimento excepcional, que levou à extinção desses animais. Depois desse, houve outros, não já devidos só à acção da evolução natural, mas algo mais premente – a acção humana. Só que esta, desde há uns anos para cá, tem sido determinante na vida do planeta, condicionando-o de uma forma alarmante. O que antes levava alguns milhares de anos a extinguir-se, na força da evolução ou não, agora, basta alguns anos, não muitos, para se atingir esse patamar de extinção. O que parece esquecer ao homem, encerrado em selvas de betão e cimento, e afastado da natureza, é que essa acção acabará por afectar o próprio ser humano, de muitas maneiras, algumas das quais só avaliadas após a própria extinção, se isso for possível. Não falo só da riqueza assente na pluralidade de espécies, refiro-me também àquilo que a própria natureza tem para nos dar, bem-estar psíquico e físico. Não poderemos contar, para sempre, com a actividade química desenrolada nos laboratórios, até porque há substâncias que só se podem encontrar na própria natureza. E, em termos humanos, é tudo preocupante, porque embora sejamos, muitos de nós, adeptos de tratamentos baseados em substâncias retiradas da natureza, a sua procura frenética poderá levar à ruína da própria natureza. O que mudou, ao longo da evolução humana, foi a relação com a natureza. Ante, estávamos dependentes dela, e tínhamos consciência disso mesmo, agora, continuamos dependentes, mas parece que deixámos de ter consciência disso. Agimos em prol do enriquecimento, sujamos o planeta em nome do emprego, do enriquecimento e da própria evolução, esquecendo-nos de que há outras formas, igualmente boas ou até melhores, de evoluir. O que acontece é que, enquanto houver alguém a ganhar, de alguma forma, com esta acção irresponsável e indiferente, em relação à natureza, nada irá mudar. O que é urgente perceber é que o planeta é a nossa casa, e se ela estiver suja, como poderemos nós ter saúde? Acredito na vida noutros planetas. Para mim, o espaço é infinito, pelo que mais longe ou mais perto deverá haver outros sistemas solares com vida mais ou menos idêntica à nossa. O que mais me custa perceber, é que devemos ser os únicos a contribuir para a extinção da vida no nosso planeta, a nossa incluída. Aproximamo-nos, sim, do fim de mais uma era e, ao que parece, a uma velocidade estrondosa. Os responsáveis directos? Nós, os seres humanos.



publicado por fatimanascimento às 10:37
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