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Sexta-feira, 29 de Janeiro de 2010
Palavras sérias

“Tiveste tantos pretendentes que eram boas pessoas e foste casar com uma m…!” Lembro-me do asco com que foi pronunciada. Não precisei de ouvir mais nada. Tinha razão. Para um pai - para o meu pai – foi e é dolorosa esta constatação! Nunca mudou a sua opinião! Também não seria preciso.

Esta frase do meu pai vem-me à cabeça muitas vezes. Há outra que também aflora à minha memória e que diz que os erros fazem-se e desfazem-se mas que eu fizera um que se arrastaria até ao resto da minha vida. As duas referem a uma só pessoa – o meu ex-marido. Nenhuma delas resistiria à corrosão temporal se não fossem máximas, no sentido negativo, na minha vida. Só gostaria que estas afirmações tivessem chegado até mim mais cedo e não só, como aconteceu, depois do divórcio. O meu pai, cuja opinião eu respeitava, poderia ter feito toda a diferença, mas ele sempre se pautou por não se meter na minha vida. E, efectivamente, nunca se meteu. Nem quando percebeu que o homem que se estava a aproximar de mim, não o fazia pelos melhores motivos nem a sua natureza era a imagem que tentava mostrar aos outros. Resumindo: apercebeu-se que ele não era boa pessoa. Um amigo meu, ao conhecê-lo, um dia, telefonou-me no dia seguinte para tocar o assunto melindroso da minha recente relação. A intenção foi boa mas não soube escolher as palavras certas, ou ter-me-ia convencido que estava a dar um mau passo. Bastava que me tivesse dito que se apercebera da sua má natureza. Não o fez. Buscou pretextos como a falta de cultura ou as baixas perspectivas de vida. Nunca liguei a isso. Mas deu-me que pensar. O rapaz parecia muito certinho. Agora percebo que era até demasiado certo. Parecia não ter defeitos. Como hei-de explicar? Era do tipo de pessoa que não parte um prato. Alguns colegas meus, ao longo dos anos, chamaram-me a atenção para certos aspectos nomeadamente as contínuas infidelidade que roçavam a falta de respeito e a ironia desprezível que manifestava a meu respeito. Após o divórcio, e passando a vista pelos quase doze anos de casamento unilateral, percebi que aquela pessoa nunca gostara de mim e que sempre soubera que eu não mulher para ele. Mas encostou-se às más palavras, tentando incutir em mim um sentimento de inferioridade manifestado através de más palavras. Houve uma altura que quase se deu a ruptura até perceber que a mulher com quem andava, nesse momento, não era a ideal para si. Levou doze anos a encontrá-la. Das mulheres com quem andou, (e foram imensas!) muitas queriam-no e ele não as queria outras queria-as ele e não elas. Após o divórcio, percebi a sua natureza. Deteriorou a minha imagem para lavar a sua. E não houve nada (dentro dos limite razoável) de que me não tivesse acusado perante pessoas que pouco ou nada me conheciam. A mãe ajudou-o na nefasta tarefa. Após doze anos a passar o dedo por cima dos móveis à procura de vestígios de pó, a senhora que encontrou e que, finalmente, o separaria de mim, fez dele um homem. Arruma a cozinha, põe a roupa a lavar, passa a ferro, limpa a casa, faz comida…

Para que estou a contar esta história? Para que as mais ingénuas ou as desprevenidas que, como eu, pouco ou nada sabem da natureza humana (e tal como ele se gabava) é preciso ter atenção. Há mais pessoas (homens) assim e como tal é preciso cautela. Aquelas que conhecem o amor à primeira vista, o mais fiável, têm a vida facilitada as outras têm de olhar para o lado e não só para a frente. As pessoas parecem ir de mal a pior! E são em grande número! Todas têm uma forte capacidade de sedução. Por isso todo o cuidado é pouco! E o meu pai tinha muita razão: eu casei com uma m…! Em todos os sentidos! E ele raramente usa calão! E já nem falo de outros aspectos reais que a actual hipocrisia social não aceita nem reconhece! Muito conveniente para muitas pessoas!



publicado por fatimanascimento às 18:59
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Quarta-feira, 3 de Junho de 2009
A vergonha da História

Lia, um dia destes, uma curiosa e interessante entrevista ao escritor espanhol Juan Manuel Prada, aquando do lançamento do seu último romance “O Sétimo Véu”. Esta seria mais uma entrevista normal, se não fossem algumas passagens interessantes que me fizeram pensar. O enredo do seu romance, segundo as suas palavras, passa-se durante a Segunda guerra Mundial, e faz uma incursão pela ocupação e consequente Resistência francesa. Uma das passagens interessantes desta entrevista tem a ver com toda a investigação realizada pelo autor sobre aquela época em que ele fala das dificuldades encontradas. Diz o autor, e passo a citar, que “…enquanto me documentava sobre a época, dei-me conta de que muitas das noções históricas que temos estavam mitificadas, falsificadas. Por exemplo, temos uma noção romantizada da Resistência francesa. E o livro converteu-se em algo mais: numa reflexão sobre o heroísmo, a memória, a identidade. Num discurso sobre a dificuldade de avaliar o passado e enfrentar a verdade. Creio que as nações europeias tenderam a mitificar ou idealizar o seu passado.” Mais à frente acrescenta que “A escritora russa judia Irene Némirovski contou, em Suite Francesa, algo sobre a verdade da França ocupada pela Alemanha: uma potência militar e cultural que, no entanto, só produz a Resistência. Este é um período obscuro da França: com a força de que dispunha, não deveria oferecer apenas resistência. Não está estudado a fundo o fenómeno do colaboracionismo em França. Isto pareceu-me muito interessante, como metáfora de como os povos tendem a não enfrentar a sua verdade.” Falando mais à frente ainda sobre a sua pesquisa refere que “Procuro sempre que tudo esteja bem documentado. Sobre o tratamento que os espanhóis receberam em França li muito e tenho testemunhos pessoais de gente que agora está a morrer. O mais difícil foi a informação francesa sobre a época de ocupação de França, de 1940 a 44. O mais surpreendente é que há muitos livros de memórias, pessoas que contam a sua experiência pessoal, mas não há um grande livro de investigação histórica profunda. É um tema tabu.” Mais à frente e respondendo à questão do jornalista sobre a possibilidade de a investigação “poder provocar um questionamento profundo”, Prada concorda acrescentando … mas é muito cómodo viver na mentira. …Criam-se histórias oficiais – no caso, a de um país que criou a Resistência – e isso é tranquilizador. Ninguém se preocupa em procurar mais.” À pergunta se essa ideia se aplica à Europa actual ele responde que “ “Sim, é uma das suas características mais profundas. Estabeleceu-se uma verdade oficial, e ninguém tem interesse em desmenti-la. Quem o faz, pode ser castigado. Qualquer nação tem episódios menos nobres, e devia assimilá-los e aprender com eles, para não os repetir. Ter um olhar abrangente e, quiçá, misericordioso. Há que ter uma certa grandeza humana. E nós vivemos numa época dominada por grandes ideologias que impõem a sua visão da realidade, e habitualmente são visões com pouca grandeza humana, muito doutrinárias e maniqueístas. Por exemplo, o dinheiro tem um poder religioso.”

  Mais do que as minhas reflexões, esta entrevista é toda ela muito importante pelas questões que deixa no ar, (e todos nós que saboreamos a História, não nos limitando a engoli-la, já demos por alguns factos que não estão explicados, isto é, cujas causas se desconhecem. Por exemplo, como é que a França, no final dos anos 30, e com o armamento já desenvolvido, ainda confiava na Linha Maginot? E nós apercebemo-nos dessa lacuna).

  Já não é a primeira vez que leio uma apreciação destas. Um índio norte-americano falava da nossa história como uma versão da mesma e não a verídica. Há muitos autores que defendem que a História não é mais do que a versão dos vencedores. Assim sendo, a História não poderá ser considerada uma ciência pela falta de rigor. Assim sendo, corremos muitos riscos… E a quem interessará esta História mutilada, mascarada? Não aos povos, não às nações… nem favorece a própria História. O que é a História? Ela não é mais do que a memória dos povos, não a memória conjunta mas a soma das memórias individuais. As memórias das suas vivências boas e más. Tudo tem de ser estudado sem excepção, não há que ter medos ou vergonhas, há que enfrentar esses momentos maus, pensar sobre eles e aprender com os mesmos. Só assim a Humanidade avança verdadeiramente! Só a verdade contribui para o engrandecimento do Homem e das Nações. E a França é uma grande nação e a Verdade só poderá contribuir para a engrandecer ainda mais. E há que engrandecer a própria História, enquanto ciência, numa era como a que vivemos em que há pessoas que afirmam, (não sei em que é que se baseiam) que certos aspectos da História não aconteceram, que são mentira. Agora, mais do que nunca, é preciso estudar tudo a fundo e trazer tudo a lume, para que, no futuro, essa Verdade não venha a ser mal utilizada ou sequer questionada. Porque, ao contrário daquilo que se pensa, poder-se-á esconder a Verdade por muito tempo, mas não para sempre. A verdade acaba sempre por triunfar e que com ela triunfe a verdade. É para isso que serve a Literatura também – para abrir caminhos que ainda não se teve coragem de encetar. Quando a França, de uma forma mais serena, puder avaliar as suas feridas e trazê-las à luz do sol, a História da Humanidade trará um grande contributo não só à História do seu País mas também à da Humanidade.

  Há algum corajoso que se queira aventurar a estudar, de forma isenta, este campo ainda mal explorado em França?

 



publicado por fatimanascimento às 21:42
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Sábado, 18 de Abril de 2009
“Footloose”

Lembram-se do filme? Um belíssimo filme com muita música e dança à mistura? Com Kevin Bacon, Lori Singer… Comprei-o há pouco num daqueles saldos em que temos a oportunidade de adquirir produtos por menos de metade do preço. E muito boa gente pensa que isso desprestigia um filme! Desenganem-se. Os saldos dão a oportunidade às pessoas que têm pouco dinheiro para investir na cultura. Eu assim fiz. Mas não é disto que quero falar. Vi-o esta tarde na companhia das minhas duas filhas mais novas. E foi incrível perceber como, após tantos anos, aquele filme ainda mexe com as várias gerações! Dei comigo a determinada altura do filme, arrebatada pela batida e a melodia das músicas, a dançar e a cantar como se fosse ainda adolescente. A minha filha mais nova, embora estranhando o meu entusiasmo, no início, acompanhou-me, inventando, ela própria a sua coreografia. A minha filha mais velha, em plena adolescência, olhava-me como se eu tivesse enlouquecido. Ela apercebia-se de uma faceta da minha personalidade que ainda não tivera oportunidade de conhecer. Eu balançava-me com uma ligeireza que me surpreendeu, totalmente entregue ao alegre ritmo sentido dentro de mim, e acompanhando a contagiante música mexendo os braços e as pernas à mistura com os saltos. Sentia-me feliz. Aquela música mexeu com a rapariga que fui e que existe ainda dentro de mim. Normalmente, a imagem que passamos aos nossos filhos é a de pais aborrecidos e chatos cuja existência, perante eles, se resume a apresentar a faceta de educadores. Nada mais errado. (Isto lembra-me uma conversa que tive com uma pequena vizinha que dizia que eu era mais impecável que os pais. É claro que desmistifiquei imediatamente esta ideia, usando os argumentos adequados. Passados uns dias, percebi exactamente o motivo da sua queixa. Era o dia do seu aniversário. No imenso jardim que rodeava a casa não havia crianças a correr ao sabor da sua imaginação. Tudo era controlo, ordem e obediência. Os coleguitas estavam ordenados numa perfeita roda, onde uma bola saltitava de mão em mão.) Nunca assumi esse papel, devo confessar. Para além da liberdade que dou aos meus filhos, converso com eles sempre que têm necessidade disso. Mas não controlo. Se o mundo acabasse amanhã, um dos momentos que eu recordaria com mais prazer seria precisamente este. Nele, elas aperceberam-se da pessoa que eu fui e que guardo em mim ainda e que poucas vezes lhes dei a conhecer. Sinto-me feliz por ter podido partilhar esse momento com elas. Sinto que ele vai perdurar nas nossas memórias mais felizes… Mas, mais do que isso, vou tentar recuperá-lo mais vezes! Sinto que todos saímos a ganhar com momentos destes!



publicado por fatimanascimento às 15:06
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Sábado, 6 de Dezembro de 2008
Coisas deste e do outro mundo

O mundo parece dividir-se entre aqueles que têm contacto e aqueles que não o têm. Depois, há aqueles que, para além do contacto, têm espíritos e aqueles que só têm o contacto, isto é, aquelas pessoas que vêem e falam com eles. Finalmente, há aqueles que não têm contacto, mas que sabem que esse mundo dos espíritos existe, pois os pais ensinaram-lhes isso e há aqueles a quem os pais optaram por não falar. Depois, há aqueles indivíduos que têm espíritos com eles, mas que não têm contacto com eles. Eu estou inserida no último grupo. Sempre tive grandes e bons espíritos que me acompanharam, e dos quais nunca tive consciência, pois esse mundo havia sido vedado à minha educação, por escolha dos meus pais, mais da minha mãe. Apesar da ignorância em que estava imersa, e das atitudes mais absurdas com que me deparava sempre tocava em tal assunto, eu sempre tive consciência, (sempre senti) que tinha algo que outros cobiçavam ou usavam. Mais tarde, alguns familiares contaram-me tudo, e estou-lhes eternamente agradecida pelo terem-no feito. Modificou alguma coisa na minha vida? Não! Mas deu para entender muitos acontecimentos maus que ocorreram na minha vida, e para os quais eu não tinha explicação. Nada beneficio ou beneficiei com a presença desses espíritos, sobretudo de um, o maior que tinha (tenho) comigo e que todos consultam menos eu. O que me deu sempre muita raiva, foi a má utilização que lhe deram, no sentido de me prejudicarem. Desde pequena que algumas vizinhas de infância começaram a limpar a minha memória daquilo que elas viam que iria constituir um momento grande na minha vida. Na minha vida adulta, muitas outras pessoas ligadas à minha profissão (ou não), continuaram o mau trabalho que elas iniciaram, prejudicando-me para que não conseguisse o êxito, que sempre ignorei, mas que elas haviam descoberto, algures, no meu futuro. Embora me tivessem vedado esse mundo, ele esteve sempre presente no mal que me foram fazendo ao longo da vida. E houve muito. Mais do que a imaginação ou o conhecimento de muitos pode atingir. Sei que vou continuar a ser perseguida pelo tal mal, toda a minha vida, uma vez que os predadores nunca se cansam ou fartam. Então aqueles que, para além do contacto, têm espíritos com eles, nunca vão parar, pois raros são os espíritos que por aí andam e que sejam boa índole. Se assim não fosse, estariam no céu. Depois, enquanto os fins justificarem os meios, estamos todos sujeitos ao mal. Ao longo da minha vida, fui também tomando conhecimento de casos que começaram por ser de inveja, para acabarem quase com a vida das pessoas invejadas. Muitas delas foram socorridas por pessoas que dedicam as suas vidas a curar esse tipo de males e que merecem mais consideração pelo benefício que trazem aos outros. É claro que há aldrabões em todas as profissões e neste caso também os há, e é preciso estar atento a isso, mas se ignorarmos estes, acho que todos reconhecem a boa causa a que estas pessoas anonimamente se dedicam. Eu tive a oportunidade de conhecer algumas, e de provar o bom trabalho que realizam na ajuda ao próximo. Agora, uma maneira de minorar, (já não digo acabar, porque isso está só nas mãos de Deus), seria falar abertamente, sem tabus, destes assuntos, porque quando dizemos que essas “coisas” não existem, ou que não acreditamos, estamos a pactuar com o mal, porque quem não sabe dos males provocados pela via espiritual, não se sabe defender deles nem procurar pessoas acreditadas que as possam ajudar, e, dessa forma, estamos a pactuar, consciente ou inconscientemente com o mal. A neutralidade, neste campo, não existe… E eu que o diga, ou os meus filhos que têm sido também grandes vítimas…



publicado por fatimanascimento às 09:12
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