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Quinta-feira, 11 de Junho de 2009
Não bastam os que temos, têm de nos arranjar mais defeitos!

A verdade, ao contrário do que pensamos, nem sempre é descoberta. Nem com o passar do tempo… É desta esperança que os mentirosos, levados pelos mais diversos motivos, se revestem. Depois, há aquelas pessoas que, só pelo facto de existirem, parecem incomodar outras! Será este o motivo que leva algumas delas a prejudicarem outras com mentiras ruinosas e imaginativas?

  Aqui há muitos anos atrás, uma rapariguita conhecida, que morava relativamente perto de mim, filha de uma professora primária, depois de muito se aborrecer de ouvir a mãe mastigar o meu nome, e para se ver livre disso, porque a aborrecia bastante, resolveu pôr cobro a essa aparente admiração, contando uma estória que terminava, definitivamente, com tal incómodo! Nunca imaginou que a sua mentira transpirasse para fora das paredes da sua casa! Só queria que a mãe terminasse de a atormentar com o meu nome! Passado algum tempo, a O. veio ter comigo, contou-me a mentira que pregara à mãe, evitando contar-me, envergonhada, a patranha que criara, (não, não fora isso… repetia, respondendo laconicamente às minhas questões) e pedindo-me desculpa por tal, prometeu que iria ganhar coragem para lhe contar a verdade. Eu, desde que a verdade fosse reposta, não me importava. A questão é que a verdade jamais foi reposta, continuando a progenitora, como um autómato a repetir a estória a todas as pessoas com quem tem confiança, destruindo a fé delas em mim. E se ela não teve coragem de assumir a verdade, naquela altura, nunca mais fará. Tive, há relativamente pouco tempo atrás, oportunidade de ver a mãe actuar. Era patética a cena.! Rodando à volta de uma mesa de café, onde convivia com uma ex-professora de Português e seu marido, qual leão rodando à volta a jaula da apetecida carne, ela tentava descortinar o que se passava ali. Percebendo a má fé dos seus movimentos, tentei esconder o objecto da sua curiosidade. Não serviu de nada! Só largou a presa depois de perceber o que acontecia naquela mesa! Percebi o mau sentimento que se escondia por trás daquela dança estranha. Passados uns dias, compreendi tudo…. a D. L. já não respondia aos meus telefonemas ou mensagens. A mentira perdura e perdurará. Não sei quantas pessoas já foram contagiadas por tal veneno, mas sei que já são algumas!

  Encontrei a O., (jamais me esquecerei do seu nome) há dias, numa passadeira. Reconhecia-a imediatamente. Parei o carro para que ela passasse. Continua alta e esguia, os cabelos longos lisos esvoaçando à aragem da tarde. O mesmo nariz empinado… 

  Infelizmente, não foi a única!

  Anos mais tarde, uma moça minha conhecida, com quem tinha pouca confiança, resolveu também atacar a minha pessoa, desta vez, junto de uma professora de História do secundário, de quem fiquei amiga, depois de eu ter saído do colégio. O veneno foi de tal modo bem metido que ela, horrorizada, evita todo e qualquer contacto comigo. Mais ou menos na mesma altura, um ex-colega meu, amigo da mesma professora, passou também a ignorar-me. Sofri bastante. Ainda hoje não sei o que se disse para que a atitude das pessoas sofresse uma reviravolta destas. Mas deve ter sido grave! Não deixo, contudo, de pensar na atitude das pessoas amigas que, como tal, deveriam conhecer-me para perceber o que eu sou. Não compreendo como se deixaram manipular daquela forma! Talvez as manipuladoras sejam muito eficazes deitando mão a toda a informação que têm sobre a vítima de forma a darem lógica intrincada à sua estória…  

  Conheço estas duas, não sei se haverá mais. Já me conformei com a situação! Nada mais posso fazer! Pessoas que conhecem estas estórias, e sabem a verdade, já perceberam que é impossível inverter o rumo dos acontecimentos. E, embora muito indignadas com tamanha injustiça, guardam para si, o que é mais importante – a verdade!

 



publicado por fatimanascimento às 12:30
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