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Quarta-feira, 23 de Novembro de 2011
As “regras” da Democracia

Acho que toda a gente sabe que todas as leis têm “buracos” na sua redacção, pois nenhuma delas conhece as intenções dos incumpridores. Que os há! Assim, e para que as vítimas não se sintam injustiçadas, há que mudar as regras de vez em quando!

Em toda a escada social, há aqueles que, em vez de cumprirem a lei, aproveitam-se dela para proveito próprio e para tramar o parceiro. A Democracia é o sistema político que mais vai de encontro, parece-me a mm, às aspirações humanas. Nela, insere-se a chamada liberdade tão grata a todos e a cada um, penso eu. Mas, e como todos sabem também, é, de todos os sistemas políticos o mais vulnerável. De facto, há muitas pessoas que, em vez de as respeitarem, violam-nas com a maior arrogância. Depois, há imensas leis, e saem imensas regulando isto e aquilo (acho que é de tal maneira, que nem os próprios legisladores sabem, exactamente, o que defende determinada lei. Ainda assim, há aqueles que, debaixo de uma capa democrática, são tudo menos democratas. E não é só na política que se assiste a este problema, é na sociedade em geral. E são estas mesmas pessoas que se aproveitam dela para os mais diversos fins. Para tal, há que prevenir estas situações. Como? Modificando as leis de tempos a tempos, de forma a que as vítimas das más intenções de terceiros, possam legitimamente defender-se e apanhar os verdadeiros culpados. É lógico que existem sempre aqueles que vivem para conhecer os sistemas ou seja as suas “regras” para as poderem contornar aproveitando-se dos outros para benefício próprio. E todos sabemos que não há maior ditadura que a do dinheiro. Por ele, as pessoas atropelam-se umas às outras sedo alguns capazes de “vender a própria mãe” se tal fosse rentável.

O enriquecimento ilícito insere-se aqui. Este refere-se a todos aqueles que enriquecem de forma desconhecida. Que hoje são pobres e, de um momento para o outro (os mais descuidados) passam a viver luxuosamente. Se olharmos para os políticos indigitados para cargos governamentais, sabemos que os que saíram de governos, foram ocupar outros cargos, alguns deles em empresas públicas, com o triplo ou o quádruplo (às vezes mais) do vencimento recebido quando ocupavam cargos políticos governamentais. Pelo menos, sabe-se de onde provêm os rendimentos. Alguns chegam mesmo a retomar as suas antigas funções tendo cargos nas empresas públicas, o que faz com que obtenham rendimentos brutais. E os outros, os que olham para o topo da escada social e fazem tudo para lá chegarem? Aqueles que não se importam de se valer de terceiros para o seu enriquecimento pessoal? O que fazer com estes vigaristas (e outros) que pensam que saem impunes das situações só porque conhecem as leis e as contornam no sentido de prejudicar o próximo?

São estes e outros como estes a vergonha da democracia. Mas o que sabem ele de vergonha? Sabem o que é o medo mas ignoram o que é a vergonha.

São pessoas como estas que forçam a democracia a arranjar mecanismos para se defender. Porque isto não é democracia é roubo declarado!



publicado por fatimanascimento às 22:02
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Sábado, 19 de Novembro de 2011
Vazio de informação

Leio revistas e jornais e nada me atrai a atenção. Há momentos em que encontro assuntos sobre os quais recai o meu interesse. E, a partir de agora, só compro quando algum assunto interessante for abordado. Sim, porque não é só a crise que temos de enfrentar, é todo um conjunto de circunstâncias que nos tornam a vida ainda mais miserável e que escapam ao nosso controlo e não contribuem em nada para a nossa felicidade. Muito pelo contrário! Outra das razões, é que gosto de jornalismo de rua. Não gosto muito do jornalismo de secretária. Gosto daquele que parte à procura de notícias e não está à espera que os assuntos venham até ele. Gosto daquele jornalismo que pensa e que, sobretudo, se interroga e vai à procura de respostas. Este é, para mim, o jornalismo inteligente e profícuo. Gosto daquele jornalismo que conta a história de forma individual, recusando as estatísticas e as previsões. E não só… este é só um exemplo. Culturalmente falando, por exemplo, sair à procura do que se faz por esse país fora, porque a cultura não está só em Lisboa, ao contrário do que muitos possam pensar, nem são só os nomes reconhecidos. A crise já é, só por si, um grande pedregulho esmagador que nos vemos obrigados a carregar neste e nos anos vindouros, com uma filosofia económica que esmaga a economia do nosso país, atirando-o para o colapso económico. A Alemanha sabe governar-se. Lá nisso, temos de lhes “tirar o chapéu”. Não é por acaso que tem uma balança comercial positiva. Também não tem culpa se os governantes dos outros países não os sabem governar. O que interessa aqui, é que ela também não sabe governar os outros países. Isso é uma realidade! Talvez não lhe interesse. O que é importante é que há outras maneiras de ultrapassar a crise e que a Troika já deu provas de fracasso. Para além deste item que é presença q.b. nas páginas dos jornais e revistas, devido às medidas que se vão tomando cada vez mais agravadas, à medida que se vão descobrindo novos “buracos financeiros”! E eles estão a aparecer! Dá a sensação que, neste país, ninguém sabe gerir os dinheiros públicos. Observa-se um gasto descontrolado que leva à falência das empresas onde, para acaba por se colocar mais dinheiro. O tribunal de contas apresenta relatórios que não abonam nada em favor dos gestores. E há o vazio: ninguém é responsabilizado criminalmente nem se sabe o que foi feito para ultrapassar esses “buracos financeiros”! Para além destas medidas, e se não se fala da crise e respectivas consequências, há todo um vazio informativo que àquilo que me lembra uma espécie de jornalismo de secretária que leva ao tratamentos de assuntos quase do foro privado. O que nos interessa se uma duquesa espanhola casa aos oitenta e cinco anos? O que nos interessa se um rico empresário está em apuros financeiros porque (e segundo o que se deduz) comprou uma guerra onde se parece desenvolver uma estranha estratégia para o derrubar (para já não falar do seu próprio esforço)? No fundo, e à laia de resumo do que ficou dito, o que interessa esse assunto (e outros assuntos parecidos) ao português comum? (Perseguições, todos nós sofremos ou já sofremos nas nossas vidas. Só os medíocres nunca passaram por uma situação destas.) Será este um outro aspecto da crise?



publicado por fatimanascimento às 03:24
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Domingo, 13 de Novembro de 2011
Venda indiscriminada?

Toda e qualquer crise financeira parece uma estrada nacional pouco frequentada, e negligenciada, onde andamos com cuidado, porque, a cada avanço, nos deparamos com inesperados buracos, uns maiores que outros. E, apesar do que se possa pensar, ainda não devem estar todos descobertos ou, pelo menos divulgados. E, a julgar pela direcção que este assunto está a tomar, outros aparecerão. Mas o problema não reside só nos buracos financeiros mas também nas medidas que poderão ser tomadas para os ultrapassar. É que não é só importante descobri-los, são também importantes as medidas pensadas para as ultrapassar. Fico preocupada quando percebo que uma das soluções encontradas para fazer face à crise passa pela venda de empresas públicas a particulares, tanto estrangeiros como portugueses. E se esta medida não for suficiente para tapar os sucessivos buracos que se vierem a encontrar? E se esta solução for uma solução capaz de servir o imediato e não o futuro do país? Terão sido feitos estudos de projecção sobre este assunto? Acho importante a sua solução, só não quero, é que uma precipitação acabe com um “trunfo na manga” obsoleto. A questão é saber se esta é a melhor solução! Não vale desfazermo-nos das empresas sem termos a certeza de que os compradores não vão tornar a nossa vida num inferno com a questão dos preços! Mas não hão-de ser piores que os actuais! SE calhar ainda serão melhores! Será que os novos compradores (accionistas) vão concordar com remunerações milionárias dos executivos? Mas uma coisa é certa: se alguém quiser acabar com a nossa economia, basta aumentarem os preços. (Conheço uma empresa que pára uns dias por semana, só para poupar energia!) Tornamo-nos vulneráveis! Não podemos alienar assim, de qualquer maneira as nossas empresas! Temos de ter a certeza de que a atitude não se irá voltar contra nós! Alienar património, sim, mas com certas condições. Não acredito no sistema capitalista. Acho que é um animal como escorpião. Acaba por se matar a ele próprio, com a sua ganância! É o maior inimigo de si próprio! O pior é que não se prejudicam só a eles próprios. Acabam por arrastar o mundo inocente atrás deles!

Esta solução lembra-me uma outra (se a minha memória não me falha!) decisão tomada sobre a alienação do património histórico que está nas mãos de privados. Este é uma herança pública que foi deixada pelos nossos antepassados e que não deveria fazer parte de colecção particular de ninguém. É património cultural ao qual está associado a nossa história! E nada do que seja cultural deve ser vedado ao público! Ainda que recôndito! E não vale o argumento de que não são visitados! Promovam o património arquitectónico! Não o vendam!

E como dizia alguém, qualquer dia vai o povo! Basta darem bom dinheiro por nós… e tornamo-nos um negócio rentável para os governos, sejam de que cor forem! Não acredito em ninguém! E muito menos em políticos! Tirando as palavras, é tudo o mesmo!

 



publicado por fatimanascimento às 11:18
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Terça-feira, 1 de Novembro de 2011
União europeia: a que preço?

(Atenção, hoje publiquei 3 posts seguidos)

 

Li um artigo de opinião que me pôs os cabelos em pé. Literalmente! Vou acreditar no que diz, não me passaria pela cabeça fazer o contrário. Afinal, quem escreve sabe o que diz, não inventa. A invenção só serve para a ficção, nada mais, diz um dos prémios Nobel da Literatura e eu concordo com ele. Contudo, a realidade e a ficção andam a par. Afinal, muitas vezes, servimo-nos da ficção para colocarmos nela tudo quanto não temos coragem de assumir na vida. E cada qual tem as suas razões. A verdade é que o espectro ditatorial não parece ter-se perdido no tempo. Parece cada vez mais vivo e presente do que, à primeira vez, poderíamos supor. Afinal, a segunda guerra mundial e as ditaduras que estiveram associadas a ela não estão assim tão longe no tempo. Muitas pessoas que viveram naquela época e se sentiram atraídas por aquelas filosofias, e acabaram por ganhar com elas, ainda estão vivas. A questão é que quem tem dinheiro é quem investe na política. E sabemos quanto o poder financeiro tem influência na política! E sabemos também que há muitos políticos de extrema-direita que vivem encapuzados com outras cores políticas! O problema é que todas as ditaduras tiveram fileiras de jovens aprendizes que teriam como objectivo a continuação dessa ideologia. Todos estão vivos, mas não se manifestam. Deixam isso para os mais desinquietos, pertencentes a movimentos de extrema-direita que acabam por atrair para si todas as atenções. Mas o problema é que os mais perigosos (se é que há pessoas mais perigosas, diria antes cautelosas) se encontram camuflados. Não lhes interessa dar nas vistas. Mas continuam a defender os seus queridos ideais. Ora, numa Europa sem fronteiras, movimentam-se ainda mais depressa e discretamente. Depois, há muitas espécies de guerras. E a guerra económica é uma delas. Não deixa de ser uma forma de subjugar a Europa. O país que mais ganha com a União Europeia é a Alemanha cuja balança comercial é largamente vantajosa para ela. O mesmo não se pode dizer dos outros países. O impacto desastroso que a Troika está a ter nos países economicamente mais frágeis, faz com que estes se arruínem. E depois de arruinados, o que vai fazer a Alemanha? Tentar impor-se nestes países? Como? Tratando-os como colónias? O que certos alemães não percebem (alguns dos mais ricos) é que, seja de que natureza for essa guerra, não vão conseguir impor-se ou vencer de forma alguma. Porquê? Porque embora os governos não percebam ou não queiram perceber, há sempre alguém que consegue ver para além do imediato e que lhe querem pôr à frente dos olhos. Podem originar uma guerra que lhes vai sair bastante cara, para se tentarem impor, mas não vão conseguir. Há uma citação de Hitler que muitos podem seguir mas que, para mim, por exemplo, não faz sentido e que defende que “não é muito inteligente imaginar que numa casa tão apinhada como a Europa, uma comunidade de povos seja capaz de manter diferentes sistemas legais e diferentes conceitos legais durante muito tempo”. Quem defende isto não sabe, nem imagina ou quer saber o que é a democracia. Só por si esta afirmação evidencia uma falta de inteligência a toda a prova. Evidencia muito mais: um homem ganancioso que não se importa de defender seja o que for, desde que os seus interesses, ainda que megalómanos, sejam protegidos. Será que ainda há pessoas, na Alemanha, capazes de querer subjugar a Europa se ganharem com isso? Não me admiro nada. O que não entendem é que há pessoas, no mundo inteiro, que preferem morrer a viverem subjugadas seja ao que for e a quem for. E a Europa não é excepção. Não hesitou em pegar em armas para se defender da Alemanha nazi, não hesitará em fazer tudo novamente em nome da liberdade e da dignidade dos países que a compõem. (Veja-se o papel da resistência francesa dominada pela força nazi)Talvez sejam as políticas economicistas como a Troika que venham a pôr um fim à União Europeia já anunciado muitos anos antes por Daphné du Maurier, numa das suas obras. E não é preciso ser-se um génio para compreender isso. Afinal, e como a História já provou, tudo quanto é fruto da vontade política não é duradouro. O povo, ao contrário do que uma pequena minoria pensa, não é parvo. Tarde ou cedo, ele percebe tudo. E, geralmente, nunca é tarde.



publicado por fatimanascimento às 11:42
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Política versus Justiça

Não é só em Portugal que se observa este fenómeno. Todas as pessoas se lembram dos casos esquisitos que envolveram o nome do ex-primeiro ministro, José Sócrates. Todos eles não resultaram em nada. Todos se lembram do caso das escutas que foram destruídas e que, supostamente, incriminavam o então chefe do governo. E todos nos lembramos como estes casos não foram além do escândalo, porque a nível judicial, não teve qualquer desenlace. E o mesmo parece acontecer com todos os casos envolvendo nomes da política. Não se sabe bem como conseguem fugir ou contornar a justiça, mas há forças escondidas que parecem conseguir tudo e mais alguma coisa. Serão provavelmente pressões vindas de algum lado. Não se sabe. Mas o que é certo é que nunca acabam por assumir a responsabilidade seja do que for. A justiça parece impotente perante alguns nomes políticos. Não funciona! O que torna a autoridade judicial completamente obsoleta, a partir de um certo nível sócio-económico e político. Toda a gente tem consciência disso. Basta ouvir com atenção as conversas populares para se perceber que o povo não é parvo. Ora, isto existe também noutros países europeus e, não vamos ser ingénuos ou cépticos, existe no mundo inteiro. E não é um fenómeno actual, tem antecedentes históricos. E o caso mais recente é o da França, onde as suspeitas recaem directa ou indirectamente sobre o actual presidente francês, Nicolas Sarkozy. E não são poucas! Já o nosso povo diz, e com razão, “zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades” e aqui este provérbio assenta bastante bem. De facto, houve sempre suspeitas, mas os entraves à justiça e à investigação não deram os frutos desejados. E há um pouco de tudo se olharmos atentamente ao seu “entourage”. Mas, conforme damos conta, tudo se resolve com o afastamento do prevaricador, sem que nada mais lhe aconteça. Refiro-me ao desvio de fundos realizado por um dos seus colaboradores mais próximos. O “processo Karachi” que nunca chegou a conclusão alguma e não foi por falta de vontade da justiça… o caso “Clearstream”… o caso “L’Oréal”… todos eles ficaram sem conclusão! Uma das formas de obstruir a justiça é classificar o caso de “ultra-condidencial”. Só as escutas telefónicas puderam incriminar os envolvidos assim como as denúncias, algumas delas com provas, entregues por duas mulheres em pleno processo de divórcio que se revoltam contra os ex-maridos, incriminando-os. Também algumas declarações vieram colocar pôr em causa os seus colaboradores uma vez que auto-denunciavam o conhecimento de informações que deveriam estar sob segredo de justiça. Outro colaborador do presidente, com medo de ser entalado pelos colegas, já disse que se limitou sempre a cumprir ordens… e algumas vieram directamente, e ao que parece, do próprio Sarkozy. Bem, por agora, todos os colaboradores mais chegados de Sarkozy (terá escapado algum?) estão sob investigação. Mas o que já encontraram foi o informador do jornal Le Monde que foi enviado para os confins da Amazónia francesa. Quem se dará ao trabalho de o procurar para o interrogar? E se o encontrarem, dar-se-á ele ao luxo de falar, mesmo sabendo que pode sofrer represálias ainda piores do que como aquela sua súbita transferência? Aliás, se ele concordou com a mudança de local é porque aceitou as condições impostas por alguém que se sente traído. A justiça é lenta mas a justiça política é rápida e eficaz!

Resta saber como vão terminar estes casos de corrupção declarada… Será que alguém ainda acredita na justiça, quando a política tratou de a tornar um órgão de poder obsoleto para certas classes cúmplices que se apoiam incondicionalmente? Ou os órgãos judiciais arranjam forma de se moverem nos intrincados tecidos políticos ou estão sujeitos ao geral descrédito público! E, se chegarmos aqui, é a anarquia instalada.



publicado por fatimanascimento às 11:39
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