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Sexta-feira, 24 de Junho de 2011
Bombeiros

Dá-se muito pouco valor ao voluntariado neste país. Para não dizer que é mesmo ignorado pelas autoridades superiores que, como sempre, nunca estão a par do que se passa no terreno. E, desta forma, nunca se consegue governar sem cometer erros. Talvez estes sejam até realizados pela má vontade existente, quem sabe? O voluntariado só é valorizado pelas pessoas que dele necessitam. Talvez, por isso, os bombeiros tenham as quotas, suportadas pela população, que os ajudam a suportar os gastos. Não sei bem o que fazem deste dinheiro as pessoas que o administram. Só sei que algo está mal pensado nalgumas corporações, não sei se todas. Sabe-se que muitos bombeiros têm uma outra profissão pelo que dedicam o seu tempo livre a esta causa. Mas nem todos são assim. E os que não têm emprego e também se entregam à causa de alma e coração?

Um dia, estava nas urgências de um hospital quando, sem querer, ouvi uma conversa entre dois bombeiros ainda jovens. Via-se que tinham vindo de longe. Apesar das dores sentidas, as suas queixas viajaram no ar até aos meus ouvidos. Um deles afirmava que estava cheio de fome e o outro concordava. O problema era que nenhum trazia dinheiro consigo. Um deles saiu para fazer um telefonema. Regressou cabisbaixo. Tinha pedido dinheiro ao pai ou à mãe mas estes também pareciam passar por dificuldades. Não conseguiu. O outro lá saiu em direcção, ao que parece de um multibanco, uma vez que levava o cartão na mão. Lá regressou com dez euros. Os últimos, dizia. Lá saíram rumo ao restaurante mais próximo. Quantas vezes, estando a almoçar num MacDonald’s, vi entrar ambulâncias propositadamente para os homens poderem almoçar, depois de uma longa viagem?

Isto deu-me que pensar. Não poderão os bombeiros ter direito, pelo menos, às refeições quando se deslocam para longe da região onde moram? Não haverá hospitais que possam dispensar comida a estes jovens que se dedicam a ajudar o próximo? Não poderiam as corporações, ou quem está à frente delas, arranjar uma espécie de protocolo ou (qualquer outro acordo) com os hospitais de forma a arranjarem comida para os seus homens? Ou mesmo o hospital, que tem sempre tanta comida dispensar aos bombeiros alguma da sua comida, bastando para tanto a entrega de uma senha grátis como acontece com os pais que estão nos hospitais a acompanhar os seus filhos? Não haveria oportunidade e boa vontade para se dar um jeito a esta questão? E se aqueles jovens não tivessem dinheiro? O que fariam? Nada! Restava-lhes passar sem uma refeição. E quantos não haverão que fazem isso? Num país destes, onde há dinheiro para tanta coisa e para nada simultaneamente, não haverá boa vontade suficiente para corrigir algo que, a meu ver, está errado? De certeza que se pode dar um jeito…



publicado por fatimanascimento às 07:54
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Quinta-feira, 16 de Junho de 2011
Fogos

Ainda mal começou a época quente e já há notícias de fogos que, ao que parece, não são tão pequenos quanto isso. Há muitas causas prováveis. Uma delas poderá ser a trovoada com os seus mortíferos raios. Como é que um país tão pequeno consegue ter tantos fogos? Como é que ainda não aprendemos com o passado? Como é que nos endividamos tanto sem termos ideia concreta para onde vai o dinheiro? Como é ele gasto? Afinal, ninguém presta contas do que acontece ao dinheiro dos nossos impostos. Não vemos materializar-se nada onde possamos dizer que o dinheiro dos nossos impostos (erradamente denominados de dinheiros públicos) foi bem empregue. Vamos às corporações de bombeiros. Os carros que têm de combate a fogos já são velhos e não dão muito rendimento. As ambulâncias conseguidas têm a ajuda de particulares ou da própria população, sensibilizada para o caso. Peço as minhas desculpas? Como não sabemos para onde vai o nosso dinheiro? Então e o tão badalado caso dos submarinos? Pois, têm toda a razão. Só que os submarinos não apagam fogos. Não sei que fogo é que pôs o então Ministro da Defesa numa aquisição cuja polémica ainda não acabou. Quando faltam meios para combater perigos reais, vai-se investir num perigo, quando muito, imaginário? O único perigo conhecido é a descarga, ao largo das águas territoriais portuguesas de barris de chumbo cheios de lixo radioactivo altamente tóxico. Quem estaria interessado na costa de um país com meia dúzia de quilómetros e que, com a elevação da temperatura mundial, um dia, não passará a ser mais do que uma praia espanhola? O perigo real está entre a população. Em terra. E aqui ninguém que ganha o ordenado mínimo ou outros que ganham mais ou menos vêm o seu dinheiro ser aplicado a favor do combate àquilo que já se transformou numa praga portuguesa todos os verões. Mais, apetrechando a corporação de bombeiros não os estamos a ajudar, estamos a ajudar-nos a nós. Não nos interessa o que se passa na costa, interessa-nos o que se passa junto de nós e, como não temos os meios necessários, não podemos deixar de protestar. Primeiro os perigos reais, depois os outros. Há que exigir mais daqueles que nos governam e deixam o país à beira da bancarrota. Mostrem-nos onde empregaram o nosso dinheiro. Mostrem-nos as vossas contas. Mostrem-nos materiais onde empregaram o nosso dinheiro e que é de utilidade pública. Não queremos contribuir para a desertificação do país. Mas o dinheiro dos impostos mal investido, pode levar a isso mesmo. Há uma boa prática que não posso deixar passar ao lado: a reflorestação. Mas esta parece que não conhece mais nenhuma espécie árvore para além do eucalipto! Todo o terreno livre, após os incêndios, parece estar sobrecarregado desta planta. Então e as outras espécies? A reflorestação só pensa na indústria de papel? Vamos passar a ser uma floresta de eucaliptos com fins estreitamente económicos? Se assim for, temos uns governos míopes que em nada contribuem para o bem do país. E não me venham falar dos Rendimentos atribuídos às famílias mais desfavorecidas, porque as há, procurem o problema noutros sítios. Talvez naquelas pensões e salários milionários num país onde o ordenado mínimo está ainda abaixo dos quinhentos euros mensais. E quem mais contribui para a riqueza nacional são os que são precisamente mais mal pagos? Depois, disto, o que poderemos esperar mais das pessoas que nos governam? Vamos deixar arder o resto do país? Até D. Dinis ainda se revolta e aparece por aí trazido pelas brumas do passado (não é o D. Sebastião) para pedir contas aos actuais governantes. Um pouco como acontece no Natal do Scroodge… ele seria o fantasma do passado, claro está!

Ainda me lembro de atravessar, num verão passado, um fogo que grassava nos dois lados da fronteira sul portuguesa. Deixaram-nos passar aconselhando-nos prudência. Ainda recordo a estrada estreita, aberta na encosta da colina e das chamas se cruzarem no ar acima do tejadilho do nosso carro. Fomos, juntamente com mais dois ou três carros portugueses, os últimos com permissão para passar, os restantes ficaram retidos na fronteira por bombeiros espanhóis e alguns populares. Só quem não viveu um pesadelo desses pode não fazer caso do que é realmente importante!



publicado por fatimanascimento às 19:11
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Quarta-feira, 15 de Junho de 2011
Só me acontece a mim????

Hoje tive de me deslocar a uma vila periférica da grande Lisboa para resolver um assunto relacionado com um problema da minha filha mais velha. Nada grave. Felizmente! Até lá não houve qualquer problema, tudo correu muito bem. Chegadas lá, tivemos de apanhar a camioneta para uma pequena localidade satélite daquela vila à beira mar. Pagámos 11, 25 por uma viagem que fica apenas a três minutos de viagem, isto é fica quase à saída daquela vila. Perguntei ironicamente ao condutor se o preço incluía a viagem de regresso. Nunca pagara tanto por um bilhete de camioneta! Pedi ao condutor, como não conhecia bem a região, pedi ao condutor que me avisasse assim que chegássemos lá. Afinal, não havia placas nas paragens indicando o local, a camioneta, embora moderna, não tinha aqueles letreiros luminosos indicando a localidade da paragem, nem o condutor avisou como ficara combinado. Resultado: fomos parar a Mem Martins! Conversando com pessoas que esperavam o autocarro, descobri que havia sido enganada no montante cobrado. Havia-me cobrado o mais alto. Ignorou o pedido… e não foi numa hora de grande movimento… o que me leva a crer que foi propositado. Voltei para trás, numa outra camioneta da mesma companhia. Paguei menos. Fiz o mesmo trajecto – só que no sentido inverso - e o mesmo pedido ao condutor e a algumas pessoas que viajavam no mesmo veículo. Tive a ajuda não só do condutor como também das pessoas. Voltei ao local onde me dirigira erradamente pela primeira vez para comprar os bilhetes – as bilheteiras – e apresentei queixa perante uma fila comprida. Falei alto. As senhoras ficaram horrorizadas com o que havia acontecido. Deram-me a oportunidade de escrever num livro azul e a advogada, dentro de cinco dias, dar-me-ia uma resposta ou falaria para o número escrito rapidamente por uma das senhoras e que mais não era do que o do gabinete de atendimento ao cliente. Dei ideias para que tal não voltasse a acontecer não só comigo como com qualquer outra pessoa. Enquanto a maioria escutava pacientemente e interessadamente o que se passava, duas senhoras não quiseram saber de nada só da hora de almoço que se escoava e elas estavam à espera. Pergunto-me como é que um país como este pode ir para a frente, quando existe um problema contra uma companhia e as pessoas se voltam umas contra as outras porque entrei por ali adentro, ignorando a fila. Não era minha intenção. Não era nas bilheteiras que queria resolver o assunto. Pensava que poderia falar com uma pessoa responsável à parte. O senhor tinha ido almoçar. Mas ficou o aviso e até as sugestões. Espero que as sigam. Para bem de todos até da imagem da própria empresa! E vou telefonar! Podem crer que vou!



publicado por fatimanascimento às 18:31
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Sábado, 11 de Junho de 2011
Política e políticos

Sem os políticos não há política. E aqueles, antes de serem políticos, são pessoas. E as pessoas têm qualidades boas e más. Quando se vota deve-se sempre olhar à pessoa e nunca às ideias. Primeiro, há que acreditar no homem para se acreditar no político. Com os escândalos que têm aparecido nos meios de comunicação, não vejo muitos com as qualidades certas para ocupar o lugar tão importante como é o do primeiro-ministro deste país. Para já, e não sei se é defeito da pessoa ou dos meios de comunicação, que só mostram agressões verbais entre partidos. A política tem de ter ideias. Onde estão elas? Quem as conhece? A situação do país parece ocupar um segundo lugar na lista das prioridades políticas. O que se vê, de um lado é o apelo ao medo da parte de um grande partido e, do outro grande partido, o apelo para os portugueses derrotarem o actual chefe do governo que classificam de mentiroso e incompetente. Ninguém fala da forma como pensa encarar a crise. Mas, vendo bem, não é preciso. Quem ganhar as eleições, vai ter a vida simplificada: só tem de obedecer às ordens ditadas pela Europa. Vai ser ajudado a pôr o plano em prática e fiscalizado regularmente. O que, vendo bem, é bem. Pensem. Nunca nenhum governo deu contas ao povo do que fazia com o dinheiro que vêm buscar à força do nosso trabalho. Não teremos capacidade para entender as finanças do país? Serão estas muito mais complicadas do que a lógica utilizada na administração das nossas casas? Há uma coisa chamada responsabilidade. Mas esta responsabilidade pelos actos cometidos, parece só existir para as classes mais baixas, as outras acabam sempre, de uma forma ou de outra, por não ser responsáveis por nada. Quem governa o país tem de ser responsabilizado pelo que faz. Isto faria com que os políticos tivessem mais cuidado com a forma como governam o dinheiro do país. A primeira consequência era a diminuição de candidatos, porque há uma qualidade inerente a qualquer pessoa que exerça um cargo público: a honestidade. Só estes teriam vontade de ocupar tal cargo. Mas como se pode medir a honestidade de uma pessoa? Eu não acredito nem nos políticos nem na política, pelo menos da forma como está a ser usada. Não acredito em cargos, acredito em pessoas. E só quando houver uma máquina capaz de medir a honestidade de um político, acreditarei nele, mas só e se a máquina for inviolável. Neste momento, a imagem dos políticos e do seu clientalismo está gasta e não há nada que faça mudar esta situação. Quem está no governo deve trabalhar em prol do interesse do povo e não contra. Está lá para servir e não para mandar. Disto se esquecem os políticos logo que ganham as eleições. Governar deve ser sinónimo de “servir” e não um “país” mas um povo. O termo país é, na minha opinião demasiado fraca. Lembra só o rectângulo não quem nele vive! O que já dizia D. Pedro insatisfeito com os políticos do seu tempo pode, ainda hoje, aplicar-se aos de hoje. Nada mudou. O tempo passou mas nada se aprendeu com ele. Tudo continua na mesma. Com os mesmos vícios. Por isso nada me interessa menos do que a política e os políticos! Como me posso interessar por pessoas nas quais não acredito?



publicado por fatimanascimento às 10:20
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Sexta-feira, 10 de Junho de 2011
Juntas médicas

Já há muitos anos fui a uma junta médica que modificou para sempre a minha vida. Fazendo o quê? O seu dever. Não sei como evoluíram as leis desde daí. A verdade é que eles conseguiram ver acertadamente o que se passava comigo e sinto que lhes devo algo. Porquê? – poderão justamente perguntar. Repito: realizaram todos um bom trabalho. Todos eles juntos. Nunca me esqueci daquela equipa e jamais me esquecerei. Agora, ao que parece, as leis devem ter mudado. Tudo indica que sim. Os médicos que fazem parte do sistema e têm de julgar os pacientes seguidos por outros não têm tarefa fácil. O que torna tudo ainda mais difícil é o sistema que parece regulado por leis imbecis que determinam que, para terminada doença bastam um x número de dias para a recuperação. Não dão mais. Se a pessoa não recompuser nesse espaço de tempo, não há nada a fazer. A lei não dá espaço para manobras. Custa-me a crer mas estas leis só podem ter sido redigidas por pessoas de má fé ou que se estão borrifando para os outros ou pensando mesmo o pior deles. Não sei exactamente que tipo de ideias ou imagens querem passar às pessoas: as pessoas não querem trabalhar e o português é preguiçoso procurando todo o tipo de esquemas para fugir ao trabalho. O que me custa nisto tudo é que as pessoas regulam de tal forma as nossas vidas que qualquer dia não damos um passo sem a hipótese de quebrar uma lei tal ela está apertada à volta de todos os portugueses. Depois, as doenças do foro psíquico ou psicológico, que são as mais difíceis de provar, uma vez que não deixam marcas conforme acontece com as quedas ou qualquer outro tipo de violência, são vistas com olhos apertados. Desconfianças da parte de colegas ou mesmo gozo à volta do assunto mas isso a ninguém interessa porque não são essa pessoas de má vontade que governam as nossas vidas? Mas, e as outras? O que acontece quando o médico na junta percebe que o doente ainda não está preparado para enfrentar o seu local de trabalho e um trabalho que requer o melhor de cada um e se vê apertado por uma lei incontornável? O que fazer? Surgiram as mais diversas hipóteses, mas nenhuma a mais adequada. Afinal, eles não sabem o que se passa, a história que despoletou toda a doença. Por que há sempre um motivo para qualquer doença. Até mesmo a do foro psiquiátrico. E eles não sabem. Não perguntam também. Não têm tempo. Tudo é realizado num tempo apertado. Mas, no final, sabe Deus, como acabaram por tomar a decisão mais correcta. Não sei por quanto tempo. Tenho colegas que estão há mais tempo de baixa do que eu, só que pertencem a outro subsistema de saúde, será que continua a haver portugueses de primeira e portugueses de segunda neste país? Há uns anos atrás, tendo o meu filho mais velho uma doença que precisava de cuidados só providenciados por hospitais centrais, fui parar a uma ponta do país. Baseada na necessidade de cuidados constantes pedi destacamento para uma escola que permitisse o meu filho ter os melhores cuidados quando precisasse. E aconteceu. Lutei contra todas as forças que alegavam que o destacamento era só para os efectivos. Pedi a lei com o intuito de a ler. Ficaram amuados com a minha decisão. Estava a duvidar da palavra deles! Não estava nada! Achava simplesmente que era impossível haver uma lei que fizesse tal distinção. Li a portaria até ao fim e descobri uma das alíneas, mesmo no final da redacção, que me permitia aproximar-me do meu local de residência! Foi toda uma descoberta. Ninguém lera a portaria até ao fim! Agora, não sei o que se passa mas há colegas que afirmam que tudo isso que a portaria defendia se havia esgotado. Será verdade? Ainda há pouco tempo tentei aproximar-me de casa por motivos pessoais mas não havia enquadramento legal para tal. Será isto uma demonstração de que aquela portaria foi revogada? Se assim foi, que pena! Recuámos uns quantos passos para trás…



publicado por fatimanascimento às 16:10
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