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Domingo, 31 de Outubro de 2010
Conduções perigosas

Todos nós fazemos uma condução cautelosa. Não conheço ninguém, no seu perfeito juízo, que queira matar-se ou assassinar alguém. Todos nós, salvas sempre as raras excepções, já fizemos, por uma razão ou por outra, uma condução mais atrevida. Estou sempre a deparar-me com um ou outro caso. Há sobretudo as ultrapassagens, muitas vezes, em condições adversas que me gelam o sangue. Compreendo a ansiedade das pessoas que precisam de acelerar a condução pelos motivos que podem ir desde a saúde ao horário de entrada no emprego. Ainda hoje de manhã, saí de casa com um sol radioso que doirava a planície, para me embrenhas, mais à frente, e inexplicavelmente, num nevoeiro cerrado. Liguei os faróis. Atrás de mim, seguia um carro, também com os faróis ligados, que perscrutava a estrada avaliando a possibilidade de ultrapassagem. Como, no nevoeiro, não havia sinais de presença de veículos circulando em sentido contrário, iniciou a manobra. Qual não foi o nosso espanto, quando, em plena ultrapassagem, um camião pequeno acende as luzes para sinalizar a sua presença. Travei para ajudar o carro a chegar-se à faixa da direita, em segurança. Nada mais pude fazer. Mas, sempre que tal acontece, assumo a minha responsabilidade pela segurança do próximo e ajudo no que posso. Não são propriamente as ultrapassagens e os condutores que as realizam que me chocam. São os condutores que, na faixa da esquerda e avançando em sentido contrário, em nada facilitam a manobra do que está aparentemente aflito não se dando ao trabalho de sequer reduzir a velocidade para evitar o possível choque. Ainda um dia destes, tive a oportunidade de presenciar um episódio que me chocou. Um carro avançava, numa estrada estreita a grande velocidade. Eu cheguei-me mais para a direita para deixar o maior espaço possível ao autor da ultrapassagem. A visibilidade não era a melhor. Ao iniciar a ultrapassagem, o condutor deu com um que vinha de frente. Ainda assim, resolveu arriscar. O carro da frente, não fosse eu a facilitar a manobra do carro em plena manobra de ultrapassagem, chocaria de frente com uma condutora ainda nova que manteve a mesma velocidade aparentemente indiferente ao pudesse acontecer. Todo o mérito da fuga ao possível choque esteve na mão do condutor que efectuava a ultrapassagem, mantendo o outro carro a mesma velocidade aparentemente indiferente ao pudesse acontecer. Não é incrível? As pessoas agem como se o choque, mesmo sendo da responsabilidade daquele que sai da sua faixa, só prejudicasse este. Como se a colisão não o pudesse afectar minimamente. Como todo o cuidado é pouco e a culpa nunca é só de um lado, talvez fosse melhor os condutores, para além da atenção usual, devessem passar a prestar assistência a quem precisa de acelerar seja porque motivo for. Hoje precisam eles, amanhã nós. Talvez mudando a nossa atitude egoísta, possamos tornar as estradas mais seguras para todos. Não custa nada. É só preciso boa vontade.



publicado por fatimanascimento às 19:44
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Sexta-feira, 29 de Outubro de 2010
A ascensão da extrema direita na europa

Um dos aspectos que mais me preocupa é a extrema-direita e o relativo sucesso político que está a ter em certos países um pouco por toda a Eurpa. As eleições não deixam margem para dúvidas: está a cair nas boas graças das populações. Eu ponho-me a pensar como é possível! Nós, os países latinos europeus, e não só, e a Alemanha, a URSS e os países satélites desta, em particular, temos na nossa História, um passado ditatorial de que ainda há memória. Acho que ninguém quer correr o risco de voltar a passar pelo mesmo e todos os problemas que encerram as ditaduras, sejam elas de direita ou de esquerda: perseguições, denúncias, prisões, execuções, desaparecimentos, etc.. O que incomoda ainda mais, são os países ditos cultos, deixarem-se manipular por ideias que nada têm a ver connosco enquanto seres humanos e que em nada nos favorece, bem pelo contrário. Pensando melhor, há de tudo, misturado nessa vaga de apoio às ideias de extrema-direita. Ainda assim, continuo sem perceber essa posição. Só mesmo a má vontade poderá levar as pessoas a votarem em partidos que se insurgem contra determinadas culturas, raças ou etnias. Dentro desta vaga que assola a Europa, e dentro dela, surgem posições extremistas, que já começaram com o exemplo da França e da má vontade contra a etnia cigana que levou à extradição maciça dos ciganos húngaros e romenos supostamente não integrados na sociedade gaulesa. (Parece que se esqueceram que a integração não depende só de uma das partes, mas da vontade das duas.) Tirou a posição extremista ao partido de extrema-direita francês, agora liderado pela filha de Le Pen que anda perdido sem saber por onde deve pegar. Este deixou de ter um pretexto para mobilizar a má vontade de alguns franceses, provavelmente menos esclarecidos nestas questões das ditaduras. Depois, da Hungria, onde o partido, também de direita, tem um certo peso, chegam notícias nada reconfortantes: estão a pensar colocar os ciganos repatriados em locais próprios que podem ser interpretados de muita forma. A liberdade, a pouco e pouco, parece estar a escoar-se por entre os nossos dedos, como areia fina. A pretexto do fundamentalismo dos países muçulmanos corremos o risco de nos perdermos num outro também de contornos macabros. Há muitas formas de lidar com supostos perigos e as democracias, já no passado, mostraram-se perfeitamente capazes de lidar com eles. E ganharam sempre! Não precisamos de ditaduras para nada. Só quem não passou por elas e não viveu o peso que constitui uma ditadura na vida diária das pessoas, pode pensar numa como solução como essa, seja para o que for.



publicado por fatimanascimento às 21:20
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Domingo, 24 de Outubro de 2010
A República, essa desconhecida

Um dia destes, tive a oportunidade de ver, nas notícias, a celebração dos 100 anos da implantação da República. Os discursos, mais virados para os problemas actuais do que para a importância da data em comemoração, não deu uma grande celebração. As questões postas aos populares sobre esta viragem na História do país, revelou que, mesmo os mais idosos, não sabem nada sobre esta época histórica. Todas as pessoas confessaram sinceramente a sua ignorância. Alguns falavam mesmo da mudança para a monarquia constitucional que tem vindo a ganhar tanta popularidade na Europa, a começar pela vizinha Espanha. Pergunto-me o que terá a ver uma com a outra. A verdade é que esta época histórica é muito mal conhecida dos portugueses, quando não é confundida com a ditadura.

Não sei como está a disciplina de História relativamente ao programa escolar, agora. Sei que, quando estudei, o programa era longo e nunca cheguei à implantação da República. Fiquei mesmo longe. Portanto, salvo as leituras realizadas fora do contexto escolar, nada sei. O que não deixa de ser estranho. Estamos numa República e, ainda assim, nada sabemos sobre ela. Bem, não é bem assim… Muitos de nós pensamos que é bastante enfadonha (depende das perspectivas) sempre com governos que se sucedem, sobretudo depois da instauração da democracia. Parece que ninguém se entendia ou queria entender. Eu vivi essa época. Não guardo muito boas recordações. Tudo parecia mais importante do que o interesse do país. Culpa dos políticos. Ainda hoje não ficam bem na fotografia. Ninguém parece acreditar neles. E não podemos culpar o povo, por tal saturação. As alternativas não são melhores. Ninguém parece saber fazer melhor do que os anteriores.

Agora, a culpa não é da República. Nem se pense que se mudarmos para uma monarquia constitucional os tempos melhorarão. Os políticos continuam os mesmos. Afinal, a vizinha Espanha não está melhor do que nós. Por tal, deixemo-nos de pretensiosismo e aproveitamentos políticos da crise. Afinal, se mergulharmos na nossa própria História, esta não passa de uma sequência de crises. Nunca estivemos bem. Nem quando éramos aparentemente ricos. E estávamos em plena época monárquica. É a mentalidade dos políticos que tem de mudar, são as pessoas que têm de mudar. É que antes de serem políticos são pessoas bem ou mal formadas. Ter um Presidente da República ou um rei, desde que sejam honestos, não vejo grande diferença. Salvo os economicistas que vêem aí uma oportunidade de poderem as economias do país poupar nas reformas dos Presidentes da República. Sim, porque os primeiros-ministros continuarão a existir... Agora, prefiro um bom Presidente da República a um mau rei e vice-versa. O Presidente sai ao fim de quatro anos e o rei… teremos de aguentar com ele até ao fim da sua vida?

Agora, se querem que as pessoas, sobretudo os mais novos, conheçam a História do século XX, não esperem que elas vão procurar informação. Salvas raras excepções, não o fazem. O melhor é começar mesmo pelas escolas. Se continuamos com programas extensos como aqueles que existiam, nunca chegaremos à República e, muito menos, ao nosso 25 de Abril. E, quando chegam, é já no final do ano, sem tempo seja para o que for. No que me diz respeito, julgo que teria sido interessante estudar essa época.



publicado por fatimanascimento às 18:03
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Sábado, 16 de Outubro de 2010
Compra da dívida pública do país pelos próprios portugueses e outras questões

Há uns tempos atrás, lia uma entrevista com o economista John Galbraith que achei de tal maneira interessante que escrevi um artigo sobre ela. Para além de tudo o que disse e que achei extraordinariamente interessante, estava também a ideia acima colocada. Ora, num momento em que se fala tanto de dívida pública do país ao estrangeiro e das medidas mais duras que estão ainda para ser aprovadas e que não tardam a sair, e tendo escolhido a Europa medidas que nada mais fazem do que mergulhar os países mais afectados pela crise numa profunda crise de abatimento psicológico da sua população (ele próprio falava disto na entrevista) por que é que os países não escutam as suas palavras e vendem a dívida à sua própria população? Segundo o próprio perito, ele colocou já esta questão aos funcionários do Fundo Monetário Internacional que não souberam responder-lhe. Então a ideia é pertinente. Então, como é que ninguém teve esta ideia antes? Ou será que teve mas, como todas as que saem do que é tradicionalmente feito, caiu em saco roto? Qual é, afinal, o problema de a população do próprio país comprar a dívida do mesmo em vez de a compra ser feita por pessoas desconhecidas, gananciosas e sem escrúpulos? O país não sairia a ganhar? O país não somos nós? Quem melhor do que nós está interessado na salvação do país? Outra questão que me intriga: por que é que o que procedimento da Islândia (embora a votação tenha sido renhida: cinco votos a favor e quatro contra ) - o primeiro-ministro vai ser julgado em tribunal por ter mergulhado o país na profunda crise em que se encontra – não pode ser alargado aos restantes países? Este já é um passo importante que abriu as portas a futuras possibilidades. Os governantes – e outros - não podem sair impunes da má gestão do país que mais não é do que o dinheiro do povo. Por que é que aquele senhor norte-americano, cujo nome não me lembro, responsável pela ideia do lixo económico comprado pelos vários bancos, em vez de génio, como já se lhe referiram numa reportagem, não percebem que é um vigarista e oportunista que merece estar atrás das grades? Será que é por ter enriquecido com a ideia de enganar os outros - e ser responsável pelo enriquecimento de alguns que apostaram e perceberam a ideia dele, que não lhe deitam a mão? Por que é que Madoff está preso, e caiu em desgraça, e o outro continua em liberdade, sendo o responsável pela abominável situação em que deixou alguns países? Por que não emitem um mandato de captura? O que é que acontece na mentalidade das sociedades capitalistas que faz com que a justiça não seja eficaz para alguns? Enquanto a justiça não actuar, e continuar assim, durante mais algum tempo, os países e toda a economia em geral, vai estar sempre “no fio da navalha” que o mesmo é dizer, vai estar sempre a saque. E sempre que isto suceder, vamos estar sempre mergulhados em crises mais ou menos profundas, com as mesmas soluções exigindo sempre mais daqueles que têm menos, em nome não sei do quê… talvez de nada! Talvez este vazio judicial interesse a alguns… talvez muitos… nunca se sabe…



publicado por fatimanascimento às 15:03
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Terça-feira, 12 de Outubro de 2010
Arte Xávega

Foram três dias de férias. O contexto económico não dá para mais. Mas foi como se tivessem sido trinta! Não podia adiar mais. O mais velho, após receber o salário foi passar alguns dias a casa de uns familiares, para mudar de ambiente. As irmãs ficaram. Porém, como definhassem a olhos vistos, resolvi que era o momento certo para agir. Fazia dó olhar para as suas caritas desanimadas. Falámos em partir de férias por uns dias, poucos. A minha filha do meio suplicava por esse tempo ainda que pouco. Hesitei. O contexto não era o melhor. Ainda à espera de uma colocação incerta, não me queria aventurar. O boletim meteorológico não dava notícias animadoras. Prometia chuva e céu nublado para o interior norte e centro. Valeria a pena sair numa altura dessas? Tentaríamos o Algarve, ainda que fora de mão? Não era talvez a melhor escolha por várias razões, apesar da promessa de sol. Aceitei o desafio. Peguei numa tenda pequena, retirada do sótão, e partimos à aventura, sem um destino certo. Escolhemos um destino entre as praias ocidentais. À medida que percorríamos as estradas, olhávamos o tempo sempre de cenho franzido. Chegámos ao destino, sem pressas, e aproveitámos o tempo cinzento sem nuvens, para montar a tenda. Ninguém tentara a tarefa antes. Outro desafio recheado de gargalhadas. Mas conseguimos. Quando o sol finalmente descobriu, já arrumáramos os nossos pertences na nova morada. Partimos à descoberta da praia, munidas de todos os objectos para nos divertimos. Passeámos bastante à beira-mar e descobrimos algo a que eu já não assistia há imenso tempo – a arte xávega de pesca. (Em tempos o areal da praia da Vieira assistia à partida e à chegada dos barcos de pesca. Transformada agora numa praia exclusivamente comercial, repleta de veraneantes no verão, não se pode pôr lá um pé.) Por momentos, recuei vários anos, entusiasmada com aquele tipo de pesca. Peguei nas minhas filhas e fomos assistir à retirada das redes. Escusado será dizer que não tem quase nada a ver com o que se fazia há trinta nos atrás. O barco tem motor, é muito mais pequeno do que aqueles que transportavam cerca de trinta homens, e é puxado para terra com a ajuda de um tractor que o puxa até um reboque com rodas, em cima do qual descansa. Antes de o arrumarem, alguns pescadores, munidos de pequenos baldes, retiravam a água salgada que entrara ajudada pela forte rebentação. A rede esticada espera o momento exacto para ser retirada da forte ondulação. O céu enevoado de maresia, em nada se comparava ao anterior ensolarado. Uma barra de aço com uma terminação em forma de quadrado aberto era colocada na posição exacta indicada pelo olho experiente do pescador que, junto do tractor, enrolava a rede com a ajuda de um aparelho ligado ao tractor que puxava calmamente a rede. A rede deslizava suavemente por aquela forma geométrica assente em cima de um fino tronco de aço. Passado algum tempo, vinha a tão ansiada rede, repleta de peixe de todos os tamanhos, misturados com alguns caranguejos minúsculo. O peixe, separado na areia e metido dentro de caixas de plástico, era vendido num leilão de praia aos veraneantes. Peixe fresco é sempre uma boa opção para uma refeição deliciosa. Dá-lhes a oportunidade de fazer algum dinheiro. E não é muito! E as redes são metodicamente esticadas esperando a próxima saída que, com um pouco de sorte, não demorará muito! Só o amor por uma arte antiga e pelo mar os faz continuar esta tarefa. São, na sua maioria, homens reformados das indústrias que teimam em enfrentar este mar tão revolto e tão imprevisível! Estranhei o tamanho do peixe, tão pequeno! Lembrava-me que, quando era pequena, era maior. A razão é simples. Sendo os barcos tão pequenos não dá para se aventurarem como os seus antepassados que chegavam até às 120 cordas (cada corda são 800 metros) e, como tal, não chegavam nem perto do peixe grande que passa mais ao largo. O que mais me emocionou foi o interesse dos veraneantes de todas as idades que acompanhavam as tarefas com a mesma emoção que eu experimentava quando era pequena. Os mesmos baldes de praia com água salgada onde jaziam pequenos peixes mortos, a mesma tentativa amedrontada de pegar nos animais que debatiam nas redes, abrindo desmesuradamente as guelras ou as pequenas mão que procuravam a maneira certa de apanhar o pequeno caranguejo sem ser surpreendido com uma mordedura. O mesmo contacto frontal, franco e directo com as gentes do mar… Foram só três dias mas a aprendizagem valeu por trinta!

Resta-me dizer que é na praia do Pedrógão, uma das praias pertencentes ao distrito de Leiria, que podem assistir a uma arte que já vai perdendo terreno com o avanço do tempo.



publicado por fatimanascimento às 19:38
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